sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Sindrome di Cassandra

 La sindrome di Cassandra è una patologia che porta a formulare sistematicamente previsioni avverse circa il proprio o altrui futuro. 

Ciò denota una tendenza psicologica maniacale che spesso denota depressione da parte del paziente. Il nome della patologia deriva dal mito di Cassandra. 

Quella di Cassandra è una sindrome da fine del mondo tipica dei passaggi di crisi culturali. Come nella vicenda della mitica profetessa troiana condannata a non essere creduta, la previsione apocalittica esibisce anzitutto una singolare struttura prolettica: è la rivelazione stessa che, mentre annuncia la catastrofe, la rende ineluttabile per cause connesse, in definitiva, non al problema in sé ma ai modi della comunicazione e delle dinamiche dell'organizzazione sociale. 

La sindrome di Cassandra, inoltre, contiene in sé complesse tendenze (auto/etero) colpevolizzanti, sullo schema della personalità corporativa e delle dinamiche vittimali del capro espiatorio e della sostituzione vicaria. Simile ad un eroe cosmico, il cui sentire esprime una sua misteriosa comunione con le più profonde energie collettive, la cassandra attira su di sé la punizione proponendosi come sostituto espiatorio a nome della collettività; fa leva sulle paure collettive e accentua i caratteri apocalittici della propria predicazione allo scopo di rendere più promettente l'offerta salvifica di sé. 

Richiamando l'attenzione sulla propria persona, e distogliendola, in definitiva, dal problema incombente e da una possibile soluzione preventiva, la cassandra mitizza i contorni del problema stesso celandone le vere dimensioni storiche e politiche. Il complesso esita in una profonda frustrazione per l'incapacità di agire tempestivamente ed efficacemente: Cassandra finisce per distruggere se stessa; mentre trova conferma della propria ideologia di salvezza, provoca, proprio per questo, la catastrofe collettiva annunciata 11 

La parola apocalisse deriva dal greco ánoká Auwis (apokalypsis), composto di apo 

("separazione", usato come prefissoide anche in apostrofo, apogeo, apostasia) e kalýptein ("nascosto", come in Calipso), dunque significa un gettar via ciò che copre, un togliere il velo, letteralmente scoperta o rivelazione. Sembra essersi originata presso gli ebrei che parlavano greco, per poi passare ai cristiani che la svilupparono ulteriormente. Nella terminologia della letteratura del primo ebraismo e cristianesimo, indica una rivelazione di cose nascoste da Dio a un profeta scelto; questo termine è più spesso usato per descrivere il resoconto scritto di tale esperienza. 

Cassandra è una figura della mitologia greca. È ricordata anche da Omero come una delle figlie del re di Troia Priamo e di Ecuba. Avuto da Apollo il dono della preveggenza, prevedeva terribili sventure ed era pertanto invisa a molti. Ancora oggi il suo nome è associato a persone che preconizzano eventi nefasti. 

Vocês já ouviram falar no mito de Cassandra? Pois bem, na época dos deuses gregos (ih, faz muuuuuuito tempo) ela recebeu o dom da profecia - tudo que ela previa acontecia de fato, com 100% de certeza. Mas, ao mesmo tempo, e porque os deuses eram muito cheios de frescuras, ela recebu uma maldição - ninguém daria ouvidos ao que ela previa. Ora, que sufoco! Saibam que, por isso, ela morreu louca 


Hiperbórea- Los Mitos Gregos

 

Trechos do livro “Los Mitos Gregos”, Robert graves pág 343

 

83.

 

a)      filho da deusa de Ida e de um sátiro cujo nome não se lembra. Era um rei amante dos prazeres de Bromio na Macedônia onde governava os brígios chamados mosquios e tinha célebres jardins de rosas. Na sua infância uma procissão de formigas transportavam grãos de trigo até seu berço e colocavam-nas em seus lábios enquanto dormia. Isto segundo os profetas e adivinhadores seria um presságio da grande riqueza que acumularia. Ao crescer foi instruído por Orfeu.

b)      Um sátiro velho, chamado Sileno que tinha sido pedagogo de Dionísio, era libertino e extraviou-se do exército de Dionísio quando este passava de Trácia a Beocia. Encontraram-no dormindo por causa de bebedeira nos jardins de rosas. Os jardineiros ataram-no com cordas de flores e o levaram até Midas. A ele, Sileno fez relatos maravilhosos.

Relatou a respeito de um continente imenso situado mais além do oceano completamente separado da massa conjunta da Europa Ásia e África e nele abundava cidades magníficas povoadas por gigantes felizes e de vida longa. Gozavam de um notável sistema político. Uma grande expedição de pelo menos 10 milhóes de pessoas há muito tempo atrás pôs-se a caminho para fazer visita aos hiperbóreos, porém ao ver que seu país era o melhor do velho mundo, retiraram-se...

Entre outras maravilhas, Sileno mencionou um rodamoinho espantoso mais além do qual nenhum viajante pode passar.

 

Duas corredeiras correm pelas proximidades e as árvores que se erguem nas bordas da primeira dão o fruto que faz chorar, gemer e desfalecer a quem o coma. Porém as frutas que dão as árvores que se erguem no segundo renovam a juventude, inclusive aos mais velhos. Na verdade depois de passar até a idade madura juventude e adolescência voltam a ser crianças depois bebës e depois desaparecem.

Midas encantado com a fábula de Sileno, acolheu-o durante 5 dias e depois ordenou a um guia que o acompanhara até a residência de Dionísio...

 

Obs.: diz-se que Dionísio concedeu-lhe um desejo a Midas.

Midas pediu-lhe que tudo que fosse tocado virasse ouro, assim foi feito porém tudo inclusivena comida transformou-se em ouro. Midas já com muita fome pediu a Dionísio que não queira esse desejo.Dionísio disse-lhe que se banahsse em uma fonte de água.

 

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